Arranco

Grupo: Grupo C
Fundação: 21 03 1973
Cores: Azul e Branco
Presidente: Júlio César Rodrigues da Silva (Julião)
Carnavalesco: Sandro Gomes - Walter Guilerme - Morgana Bastos
Mestre de bateria: Mestre Esteves
Diretor de carnaval: Marquinhos do Toldo
Diretor de harmonia: Nélio Azevedo
Mestre sala: Igor Leal
Porta bandeira: Barbara Marcelle
Rainha de bateria: Bianca Salgueiro
Madrinha: Aline Maria
Endereco: Rua Adolfo Bergamini 196
Telefone: 3899-2495
História

O primeiro desfile do antigo bloco de sujos, Sociedade Recreativa Carnavalesca Arranco, foi organizado em 1965 (antes o Bloco desfilava pelas ruas do Engenho de Dentro) na Praça Onze, passando a desfilar no primeiro grupo da Federação dos Blocos Carnavalescos da Cidade do Rio de Janeiro até a sua transformação em Escola de samba. Onde o Bloco passava “arrancava” as pessoas de suas casas e era uma grande feita uma grande festa.

Em Março de 1973, os dirigentes decidem transformar esse bloco de maior sucesso da época em Escola de Samba. A imprensa não gostou da atitude dos dirigentes em transformar o famoso Bloco em Escola de Samba. Muitas pessoas diziam que essa transformação não seria uma boa para a Agremiação. A vitoriosa Portela é convidada para ser a madrinha do Arranco. Como a cores da Portela é azul e branca, o Arranco adotou essas cores e adotou o “primo” da águia, que é o símbolo da Portela, o Falcão para ser o símbolo da Escola. 

No seu primeiro ano de desfile, em 1974, o Arranco apresentou o enredo “Estrela Dalva” e ficou com a sétima colocação, à frente de escolas como a Acadêmicos do Grande Rio. Logo em seu segundo ano de desfile, o Arranco ganha o seu primeiro título, o título do Grupo 3 com o enredo “Ajuim-obá” e surpreende a imprensa que era contra a sua criação.

Dois anos depois, em 1977, o Arranco é segundo colocado do Grupo 2, atual Grupo A, e ganha o direito de desfilar, logo em seu 4º ano de existência, entre as principais escolas do carnaval do Rio de Janeiro. Nesse mesmo ano, o Arranco ganha o seu primeiro prêmio, o cobiçado Estandarte de ouro. O prêmio foi pelo melhor samba do Grupo 2, que apresentou o enredo: “Logun Edé, o príncipe do Efan”.

Em 78, com o enredo “Sonho infantil” o Arranco abre o desfile do Grupo 1, atual Especial, desfila razoavelmente bem, mas o Arranco é rebaixado. Nesse mesmo ano o Arranco ganha o seu segundo Estandarte de Ouro, que vai para Jorge Pica-pau, mestre de bateria, como Revelação.

No ano seguinte, novamente desfilando pelo Grupo 2, o Arranco luta pela volta ao Grupo 1 e fica com a 4ª colocação. O direito de desfilar novamente entre as grandes vem em 80, quando o Arranco outra vez fica em 2º Mesmo assim, pela primeira vez uma escola vice-campeã do acesso não subiu para o Especial. 

Sempre brigando pela vaga no Grupo 1, o Arranco viu, em 1982, o sonho virar pesadelo. A Escola fica em 11º lugar e é rebaixada ao Grupo 2A. Seguro de que conseguiria dar a volta por cima, os “Arranquistas” , como são carinhosamente chamados os torcedores do Arranco, foram à luta e em 1984 a Escola consagra-se a campeã com o enredo “As aves que aqui gorjeiam” e volta ao Grupo 1B (Grupo de Acesso).

Após esse título, o Arranco sempre ficou entre as seis primeiras colocadas e em 1988, com o enredo “Pra ver a banda passar” o Arranco consagra-se campeão do Grupo 2 (Grupo 1B) e adquire, mais uma vez, o direito de desfilar entre as grandes em 1989, depois de 11 anos.

Em 1989, o Arranco abre o desfile do Grupo 1A, atual Grupo Especial, fazendo um desfile empolgante e de alto nível, com o enredo ”Quem vai querer?”, que o Arranco considera o melhor samba de sua história, mas não contava com os bons desfiles daquele ano e é rebaixada novamente. Como consolação, o Arranco ganha o seu terceiro Estandarte de Ouro, que foi para o Melhor Passista masculino, Café. O enredo de 1989 será reeditado no carnaval de 2005.

O Arranco, por diversas vezes esteve bem perto do título do Grupo A. Porém, em 1995, o Arranco não se apresenta bem e é rebaixado para o Grupo B.

No ano seguinte, com o enredo “Ser Brasil, ser brasileiro”, o Arranco é campeão do Grupo B e ganha o direito de participar entre as aspirantes a uma vaga no Grupo Especial.

Em 1997, a escola chega como uma das favoritas para ascender ao Grupo Especial e não decepciona, fazendo um dos melhores desfiles da noite. Todos davam certa à volta do Arranco ao Grupo Especial, mas, infelizmente, o Arranco é novamente rebaixado para o Grupo B, onde permaneceu até o carnaval de 2005. Com o vice-campeonato do Acesso B em 2005, através da reedição do enredo de 1989 "Quem Vai Querer?", a escola voltou ao Segundo Grupo, onde conseguiu permanecer com o enredo "Gueledés, o Retrato das Almas" ao obter o sétimo lugar. O Arranco ainda foi agraciado com o Estandarte de Ouro de melhor samba-enredo do Grupo A em 2006. Porém, em 2007, a escola tirou o último lugar e foi rebaixada para o Grupo B, onde permanece até hoje.

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